segunda-feira, 10 de agosto de 2009

O que foi não volta a ser

E assim se diz adeus a mais uma grande parte da história portuguesa, neste caso, da história da comédia em Portugal. Raul Solnado deixa em terra aquilo que não mais poderemos ver em artista nenhum, porque tudo o que fez, tudo o que foi, o que sentiu e acreditou deixam-nos como ele nos deixou.

É preciso as pessoas morrerem para que se fale delas? Sem dúvida. É a prova provada do ditado "Casa roubada, trancas à porta" ou de "you don't know what you've got 'till its gone".

Mas também não nos esforcemos por mudar o que já é socialmente aceitável - o que também eu faço ao escrever este post são jus ao que acima escrevi.

Sejamos mais humanos, mas escrevamos mais sobre o que se faz e não sobre o que já passou. E façamo-lo de modo a que se transmita tudo o que de bom já foi feito e dito nesta terra. Não percamos ensinamentos, mas que com eles saibamos inovar e espalhar a criatividade pelo mundo, nem que ele seja feito apenas de uma pessoa só, ou se um só objecto.

Seja feita a nossa vontade.

2 comentários:

  1. ora, por minha vontade, eu voltava já HOJE, pa piscina de Castro verde. sim, pa transmitir virus da gripe 'ó-que-pena-que-não-é-gripe-A' aos utentes que tu não conseguiste =P bora lá? *

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  2. eu só gosto da parte q o sr morreu (meus pesâmes) e virou génio das artes. quando, em vida, alguém tinha dito isto do senhor?
    e, olha, seja feita a mha vontade, pode ser? quero voltar à piscina de Castro Verde - JÁ - para continuar a espalhar virus plos utentes que tu não conseguiste infectar, pode ser, pode, pode? vá láaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa *

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